4 thoughts on “Saudade”

  1. que lindo isso, gostei e me lembrei de uma amiga que tinha uma única filha, ela tinha mais tres meninos, mas de menina essa era a única! e ela foi atropelada na porta de casa, qdo se preparava para atrevessar a rua pra encontrar o pai que vinha chegando do trabalho, e ela sempre fazia isso.. depois disso o pai entrou em depressão, se separou da mãe da garotinha e foi embora pra um outro Estado, e soube a alguns anos atráz que ele morreu, morreu de tristeza todos esses anos, ele se culpava, por não ter conseguido fazer com que a criança não atravessasse a rua, nunca se perdoou por isso!

  2. Esta historia pode se encaixar em várias situações, interessante, gostaria de parabenizar que a criou…
    Vale para perda que alguém que amamos e independente de ser filho ou mãe foi alguém especial e que estará sempre em nossos corações.

  3. Saudades um mapa invisível aos olhos alheios, mais uma bússola para o coração. E assim trilhando nas linhas do tempo, recordamos o aroma dos seres que nos foi caros, da passagens que nos acolheu no crescimento, e da fé que nos guia para o infinito de outras moradas. E por tudo isso preservar sempre o amor a vida e a natureza de todos que amamos.

  4. Sou solteiro, sem filhos e com 55 anos de aventuras, então isso não quer dizer, como muitos pensam, que eu nunca tive sentimentos como aquela mãe que perde algo maravilhoso, pelo contrário, muitíssimo pelo contrário. A diferença pode ser que ela perdeu uma enquanto eu vivo “perdendo” vários. Para você ter uma ideia, quando eu começo a admirar, gostar de alguém já fico com um pé atrás por causa disto: a perda. É esse medo, que eu entendo como minha paranoia que não posso permitir que cresça, aí, com todo meu respeito pela dor alheia e pela minha experiência, minha tese é que não existe amor, tudo isso aí é sentimento de POSSE. Desculpe se estou sendo duro, mas as pessoas também são duras comigo, acham que se eu não tenho um pinto para dar água é porque eu sou de ferro e não tenho sentimentos, pessoas como eu não sofrem, são sempre felizes e eu por outro lado acho que o jogo da vida é uma coisa tão séria e cruel que só mesmo por brincadeirinha pode-se nutrir ilusões de que somos donos ou possuímos algo, quando é pelo contrário, as coisas é que nos possuem e nunca somos possuidores de nada, outrossim, seria egoísmo puro e não se deixar possuir pela vida.

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