Nutrição plena

Aprendi com o meu professor que a nutrição de que precisamos não é um conceito singular. Precisamos nos nutrir de diferentes formas.

O corpo precisa receber os seus cuidados devidos, uma boa alimentação e manutenção, incluindo aí as boas práticas de atividades físicas. O que é o corpo, senão a casa que permite a alma se manifestar neste mundo?

Indo além, as emoções também precisam estar equilibradas, com trocas energéticas e afetivas saudáveis. Isso se dá através do relacionamento com as outras pessoas. Família, amigos, um homem com uma mulher, um homem com seu animal de estimação. Essa nutrição está relacionada com a nossa abertura afetiva a quem nos cerca.

Em outro aspecto, o intelecto também necessita receber o seu alimento. O alimento do intelecto é aquilo que adiciona à bagagem mental, as informações e as habilidades das diversas áreas de que gostamos de estudar, como a matemática, a química e a história. A nutrição intelectual fortalece o nosso poder de discernimento.

Finalmente, e talvez a nutrição mais vital: o espírito precisa ser nutrido com a luz de algo maior. A nutrição espiritual, que transcende a própria vida. Algo que nos faça compreender melhor de onde viemos, o que estamos fazendo aqui e para onde vamos. A meditação, o trabalho com as bioenergias, os momentos espirituais intimistas, o banho de luz diário, as leituras espirituais que são internalizadas e causam transformações positivas, são todas possíveis maneiras, entre outras. “Nem só de pão vive o homem”, precisamos também do alimento celeste.

Para alcançar a plenitude humana é preciso atender às necessidades de todas as quatro entidades: o corpo, as emoções, o intelecto e o espírito. Uma deficiência em qualquer uma delas poderá bloquear o desenvolvimento das outras, portanto, equilibrar essas quatro pontas é um desafio que vale a pena.

Quatro elementos água fogo ar terra

Texto baseado na reunião do grupo de estudos do IPPB, do Wagner Borges, de 14/Março/2012.