Mind space – espaço mental

Autoria: Deepak Chopra e Christopher Franke (Transformation of Mind)

Música:

Mind space

Everything in nature is a transformation of mind space from one guise to another. The rocks, mountains, oceans and galaxies, are constantly being thought, just as much as we. The lush greenness of Alpine valleys, the simple goodness of children, the frail hands of an old woman that retained their grace despite the scars of age. All these things exist independently of our moods, waiting to be acknowledged for the joy they in fact contain.

When awareness is completely balanced, communicating with the outside world is instantaneous and automatic. It happens with a touch of thought. By remaining in contact with our core of pure awareness we can fully appreciate the beautiful and diverse world out there. The mirror of nature will give us back the reflection of our own inner joy.

I feel the breath of reality. It beckons without disturbing its own stillness, and to know what it whispers I must become just as still myself. Being carries with it a subtle feeling of uniqueness and out of that feeling comes a sense of union with the world, of being bathed in beauty and love. This is reality too. But of a higher order.

Espaço mental

Tudo na natureza é uma transformação do espaço mental de uma forma para outra. As rochas, montanhas, oceanos e galáxias, estão constantemente sendo pensados, tanto quanto nós. O verde exuberante dos vales alpinos, a bondade simples das crianças, as mãos frágeis de uma mulher idosa que mantiveram a sua graça, apesar das cicatrizes de idade. Todas estas coisas existem independentemente de nossos humores, esperando para serem reconhecidas pela alegria que na verdade contêm.

Quando a consciência está completamente equilibrada, a comunicação com o mundo exterior é instantânea e automática. Acontece com um toque de pensamento. Permanecendo em contato com nosso núcleo de consciência pura, podemos apreciar plenamente o mundo belo e diversificado lá fora. O espelho da natureza nos dará de volta o reflexo da nossa própria alegria interior.

Eu sinto o sopro da realidade. Ele acena sem perturbar a sua tranquilidade própria, e para saber o que ele sussurra eu devo tornar-me tão tranquilo quanto. Ser carrega consigo um sentimento sutil de singularidade, e desse sentimento vem uma sensação de união com o mundo, de ser banhado em beleza e amor. Esta é a realidade também. Mas de uma ordem superior.

Transformation of mind

O que ocorreu com a minha vida?

Por: Professor Frank

Depois de tudo o que vi, de todos os livros que li, das experiências que tive, das revelações que descobri; isso é o que resta de mim, uma sombra de todos os sonhos que não vivi.

Sempre acreditei que tinha uma missão, por isso, estudei tanto as religiões, viajei o mundo, escrevi até alguns livros, mas hoje, mal consigo pagar as minhas contas; o mundo me aperta, e não sou laranja, já não consigo produzir sumo, e o tempo vai passando e tento, agarrá-lo com o ralo da minha esperança que talvez algo mude, mas nada muda… se ao menos eu pudesse voltar a ser criança.

Sim, se eu pudesse voltar a ser criança, faria tudo de novo, mais tentaria me afastar das crenças alheias, e assim que idade eu tivesse para dizer não, se vontade eu tivesse, e só se vontade tivesse, eu estudaria tudo aquilo que estudei, mais não levaria tão a sério essa necessidade inútil de ser iluminado, afinal, se estou na Terra é porque tenho que trabalhar um bocado aqui, construir uma vida decente agora, para que eu possa continuar, do céu crente, mas com as contas pagas e com um rumo mais definido, para que ao menos, eu chegasse aos 64 menos ferido e mais realizado por ter vivido de fato.

Talvez saber toda essa espiritualidade possa me ajudar no céu, porém, aqui na Terra, infelizmente, não consegui tornar cotidiano toda essa teoria, e nisso, acho que perdi a chance de aprender a grande lição da espiritualidade que nos ensina tudo o que aprendemos sobre o Divino não serve para nada se não conseguirmos, na prática, ter uma vida melhor.

Professor Frankgraduado em Letras pela Unifai e pela Universidade de Cambridge com especialização em ensino e aprendizagem de língua estrangeira. Consultor em Atendimento ao Cliente, Liderança, Marketing e Outsourcing. Atua como Professor e Consultor de inglês desde 2005.

Túnel e porta no final

Anticâncer: o corpo como terreno sagrado de vida

Dr. David Servan-Schreiber foi um médico e neurocientista francês, pesquisador das funções cerebrais, diagnosticado aos 31 anos de idade com um tumor cerebral altamente agressivo (gliomablastoma multiforme de estágio 4). As estatísticas para esse tipo de câncer apontavam para uma sobrevivência de no máximo 1 ano. Determinado, e tomando uma série de medidas para entender e deter o avanço da sua doença, o Dr David sobreviveu, após o diagnóstico, por quase 20 anos.

Ele escreveu o livro “Anticâncer: prevenir e vencer usando nossas defesas naturais“, onde conta sua história pessoal de superação, relatando as mudanças de hábitos de vida que o fizeram sobreviver e manter a saúde por muito mais tempo do que o esperado. Além de analisar substâncias e atitudes que estimulam ou freiam o desenvolvimento de tumores cancerígenos, o Dr. David discute os aspectos da vida humana contemporânea – o ambiente em que vivemos, alimentação, estados mentais e emocionais – que favorecem o surgimento e desenvolvimento do câncer. Suas análises tornam mais claras as razões pelas quais existem hoje tantos casos da doença. Ao final do livro é apresentado um manual prático das mudanças sugeridas pelo médico para prevenir e combater o câncer.

O autor enfatiza a ideia – reconhecida há milênios por medicinas tradicionais do oriente – de que nosso corpo é um “terreno” onde crescem os tecidos vivos, incluindo aí os micro tumores que todos podemos possuir. O meio ambiente, os hábitos de vida, os alimentos e os padrões mentais e emocionais são o seu “adubo”.

O câncer é uma doença crônica que pode levar muitos anos até alcançar um estágio problemático, e o seu desenvolvimento dependerá do quão propício estiver o terreno para sua proliferação. Para prevenir, ou para lutar contra a doença já instalada, é preciso, portanto, cultivar o próprio terreno – o corpo e a mente – com todo o cuidado e carinho que ele requer e merece.

A seguir estão algumas notas práticas, extraídas do livro, para um plano de ação:

Proteger-se

  • Arejar as roupas depois da lavagem a seco, antes de guardá-las no armário (evitar o percloroetileno da lavagem a seco).
  • Evitar cosméticos que tenham alumínio, parabenos (metilparabeno, poliparabeno, butilparabeno) e ftalatos BBP e DEHP (olhar o rótulo dos produtos).
  • Evitar produtos de limpeza que contenham alquifenóis (nonoxinol, octoxinol, nonilfenol e octilfenol).
  • Evitar cremes que contenham estrógeno ou outros hormônios placentários.
  • Evitar panelas de Teflon arranhadas.
  • Evitar aquecer comida ou líquidos em recipientes de plástico que contenham PVC ou em recipientes de isopor ou poliestireno.
  • Evitar exposição ao amianto (telhas ou caixas d’água de cimento-amianto não devem ser usadas).
  • Evitar exposição excessiva a campos eletromagnéticos de telefones celulares (durante as ligações, tentar não ficar tão perto do telefone; evitar manter o celular sempre perto do corpo, não dormir com ele muito próximo; tentar fazer chamadas de curta duração; prefirir as mensagens de texto a longas horas de conversa pelo celular; escolher um aparelho com baixo nível de SAR).

Alimentação

  • Evitar alimentos de alto índice glicêmico: açúcar, farinhas brancas, pão branco, muffins, cereais de café da manhã refinados e adoçados, massas muito cozidas.
  • Evitar geleias e frutas cozidas no açúcar.
  • Evitar refrigerantes, sucos industrializados e álcool entre as refeições.
  • Evitar embutidos, salsichas, linguiça, mortadela, bacon, salames e presuntos (devido aos conservantes nitrito e nitrato).
  • Reduzir as fontes de ômega-6 (óleo de girassol, óleo de milho, óleo de soja, óleo de cártamo, margarinas, gorduras hidrogenadas, gorduras trans, gorduras animais não-orgânicas).
  • Filtrar a água da torneira com filtro a carvão ou de osmose invertida, ou utilizar água mineral ou de fonte.
  • Preferir carne, ovos, manteiga e leite de animais alimentados a pasto.
  • Preferir alimentos orgânicos.
  • Preferir alimentos de baixo índice glicêmico: frutas, arroz integral, pão integral, cereais integrais, massas “al dente”, massas semi integrais, quinoa, aveia.
  • Preferir frutas em estado natural, principalmente mirtilo, cereja, framboesa, frutas cítricas e romã.
  • Aumentar as fontes de ômega-3: peixes e crustáceos, produtos animais orgânicos, capsulas de óleo de peixe, óleo de linhaça, óleo de fígado de bacalhau, óleo de canola.
  • Aumentar as leguminosas lentilha, ervilha, feijão, grão de bico.

Outros alimentos anticâncer (preferir ou aumentar):

  • azeite de oliva
  • couve-de-bruxelas, couve-da-china, brócolis, couve-flor (sulforafane e indole-3-carbinol)
  • cenoura, batata-doce, inhame, abóboras, tomate, beterraba (caroteno, vitamina A e licopenos)
  • espinafre (magnésio)
  • cogumelos shitake, maitake, kawaratake ou enoki, cremini, portobello, champinhons de Paris (lentinane e polissacarídeos)
  • cúrcuma e curry
  • menta, tomilho, manjerona, manjericão, orégano, alecrim (terpenos)
  • salsa, aipo (apigenina)
  • alho, cebola, alho-poró, cebolinha
  • canela (proantocianidinas)
  • raiz de gengibre (gingerol)
  • iogurte orgânico com lactobacilos acidofilus ou lactobacilos bifidus
  • Algas nori, kombu, wakame, arame e dulse (fucoidane)
  • frutas vermelhas: morango, framboesa, mirtilo (blueberry), amora, airela (ácido elágico e polifenóis), cereja (ácido glucárico)
  • frutas cítricas: laranja, tangerina, limão, grapefruit ou pomelo (flavonoides)
  • caqui, damasco (vitamina A) e suco de romã
  • nozes e avelãs (ômega-3 vegetal, magnésio), noz-pecã (ácido elágico), amêndoa (magnésio)
  • soja orgânica, tofu (isoflavonas)
  • chocolate amargo com 70% ou mais de cacau (proantocianidina)
  • vinho tinto (resveratrol) moderadamente (no máximo uma taça por dia), durante as refeições (em dietas saudáveis)
  • chá verde (EGCG), em especial os japoneses: sencha, gyokuro, matcha
  • chá/infusão de raiz de gengibre

Exercício e sol

  • Fazer 30 minutos de atividade física diariamente. Caminhada, corrida, aulas de ginástica, karatê, bicicleta, natação, entre outros. Não é preciso fazer muito, mas é importante que seja frequente, regular.
  • Tomar sol durante 20 minutos por dia quando for possível (produz vitamina D).

Meditação

  • Diariamente, por alguns minutos, praticar um método de auto-centragem e de tranquilidade, para “voltar a si no presente”. Yôga voltada para meditação, coerência cardíaca, tai chi, qigong, relaxamento. Voltar a atenção para dentro de si, prestar atenção na respiração, evitar a mente agitada e dispersa.

Sentimentos

  • Procurar resolver ou trabalhar melhor eventuais traumas passados.
  • Aprender a acolher e a compreender as próprias emoções: inclusive o medo, a tristeza, o desespero e a raiva.
  • Procurar deixar as emoções se dissiparem sem se prender nelas.
  • Livrar-se do sentimento de impotência.
  • Conversar, recuperar a calma e a força interior.
  • Buscar compartilhar as emoções com outra pessoa

Com uma abordagem lúcida e equilibrada, o autor recomenda uma junção dos tratamentos convencionais e naturais, psicoterapêuticos e espirituais no combate à doença. Trata-se de uma ótima leitura para todos que se interessam pela abordagem integral da saúde humana.

Anticâncer - prevenir e vencer usando nossas defesas naturais

Reencarnação (humor)

Acreditar em reencarnação

Auld Lang Syne, um poema escocês sobre amizade

Auld Lang Syne é um tradicional poema musicado escocês atribuído a Robert Burns, que celebra tempos passados e laços afetivos de longa data. Burns enviou este poema a um amigo em 1788. Na carta ele dizia se tratar na verdade de uma música muito antiga do folclore escocês, anotada por ele enquanto ouvia um homem idoso cantá-la.

Nas culturas de língua inglesa, Auld Lang Syne é tocada em cerimônias que simbolizam despedidas e encerramentos de ciclos, sendo considerada canção típica das celebrações de ano novo. A música é uma expressão sincera de amizade, evocando uma reflexão sobre o passado e enaltecendo as relações estabelecidas.

O vídeo foi produzido com imagens de amizade, amor e confiança, ao som de uma bela versão de Auld Lang Syne do duo escocês The Cast (Mairi Campbell e David Francis). A legenda traz a letra original, e logo abaixo seguem as traduções para o inglês moderno e para o português brasileiro.

Auld Lang Syne (Days Long Ago) Velhos tempos
Should old acquaintances be forgotten
And never be remembered?
Should old acquaintances be forgotten
For days long ago
Deve uma antiga amizade ser esquecida
E nunca ser relembrada?
Deve uma antiga amizade ser esquecida
Pelos velhos tempos
(chorus)
For days long ago, my dear
For days long ago
We’ll drink a cup of kindness yet
For days long ago
(refrão)
Pelos velhos tempos, meu caro
Pelos velhos tempos
Ainda beberemos um copo de bondade
Pelos velhos tempos
(chorus) (refrão)
We two have run about the hills
And pulled the daisies fine
And we’ve wandered many a weary mile
Since the days long ago
Nós dois corremos pelas colinas
E colhemos as margaridas
E vagamos por um bom e cansativo pedaço
Desde os velhos tempos
(chorus) (refrão)
We two have paddled in the stream
From morning sun till dinner-time
But the broad seas have roared between us
Since the days long ago
Nós dois remamos no rio
Do sol da manhã até a hora de jantar
Mas os grandes mares rugiram entre nós
Desde os velhos tempos
(chorus) (refrão)
And here’s my hand, my trusty friend
And give me your hand too
And we will take an excellent good-will drink
For the days of long ago
E aqui está a minha mão, meu amigo fiel
E me dê sua mão também
E beberemos um excelente copo de bem-querer
Pelos velhos tempos

Rica e Infeliz

Por Luiz Carlos Prates

“Só se leva desta vida a vida que a gente leva”. Ouvi muito essa frase quando era guri, muito. Grosso modo, a frase não pode ser contestada. E há outra frase que diz que “O caixão funerário não tem gavetas, nada se leva nele…”

Digo isso, leitora, para lembrar que muitas pessoas passam pela vida juntando objetos, símbolos, como se eles justificassem a vida. Claro que viver desse modo contradita o primeiro ditado, aquele que diz que desta vida só se leva a vida que a gente leva.

Venho ao assunto depois de acabar de ler a seguinte manchete: – “Leilão de joias de Elizabeth Taylor”.

A notícia contava sobre um lote com 80 peças de joias da imensa coleção de preciosidades da famosa atriz. Avaliação inicial: R$ 210 milhões. Elizabeth Taylor, bonita como a lua, não viveu, apenas passou pela vida juntando joias que ela “tirava” dos maridos, foram oito…

A coleção da atriz não se pode encontrar nem mesmo nas mais famosas e ricas joalherias do mundo, era algo singular pela raridade, pela diversidade e pelos artísticos e valores das peças.

Valeu a pena? Um colar caríssimo no pescoço de uma mulher não a garante feliz, o colar é apenas um adereço. A felicidade está na alma, no coração. Mas o ser humano é imensamente estúpido, prende-se às mundanidades materiais imaginando que por elas vai ser feliz. Se fosse assim, Elizabeth Taylor teria sido a mais feliz das mulheres, ou quase isso.

O mundo, os nossos amigos, nós mesmos estamos, mais das vezes, vivendo o equívoco de buscar nas farturas materiais a felicidade que só pode ser encontrada na simplicidade e no desapego à matéria.

Se a Elizabeth Taylor tivesse passado pela vida usando um anelzinho de camelô talvez fosse muito mais feliz. Ou feliz, o que ela me pareceu nunca ter sido.

VIDA
Elizabeth Taylor enquanto viveu conheceu fama, riqueza e especiais distinções. Mas foi infeliz. Quem casa oito vezes não conheceu a felicidade, não a felicidade do tempo, do conhecimento de outra pessoa, do olhar juntos o mesmo horizonte, o horizonte dos sonhos, dos planos. Elizabeth escondeu-se nas joias para encobrir sua pobreza existencial. Quantas iguais a ela, talvez até lendo agora estas linhas…?

VÍCIOS
O leilão de joias da Elizabeth Taylor fez-me voltar a lembrar dela. E de outras iguais a ela. Bonita, muito bonita, o que para uma mulher é quase tudo, mas pode ser quase nada. Foi viciada em drogas, bebeu demais. As drogas escondem fraquezas, medos e infelicidades. As drogas são sintomas, jamais causa.

SER
É o “ser” que nos faz felizes. O “ter” nos pode em alguns aspectos anestesiar com as banalidades e os supérfluos da vida. Mas quando fechamos a porta do quarto e a sós nos miramos no espelho da alma, sentimos um imenso vazio quando só o que vemos é o ter, e quase nada do ser. Ser enriquece mais que ter.

 

Luiz Carlos Prates, é psicólogo por opção e jornalista por vocação. Possui em sua bagagem, 50 anos de carreira, dos quais completa em 2011, 30 anos de mídia catarinense.

Joia coração

Falando sobre erros e lições, na lata IV

Por Companhia do Amor, A Turma dos Poetas em Flor.

Recebido espiritualmente por Wagner Borges.

(Papo Direto e Coisas da Vida)

Cada dia é um novo recomeço…
E, se você quiser crescer, essa é a dica.
Aliás, por que mudar algo?
O fato é que o mundo está abarrotado de gente infeliz.
Então, não aumente essa conta com o seu caso.
Você não é vítima de nada!
E aquela Luz continua em seu coração, como sempre…
E, por mais que você faça por onde, ela não se apaga.
Mas, você pode se iludir e impedi-la de irradiar mais.
Ou melhor, falando claro: quando você age como casca grossa.
Aí, meu camarada, não tem jeito. Realmente a coisa fica feia em você.
E, se alguém aprontou com você, problema da pessoa (e do carma dela).
Cabe a você fazer a sua parte – e superar… E tocar a bola de sua vida.
Cada um é cada um! Mas a sua reação diante das coisas é sempre sua.
Se você fica chateado, isso prejudica a você mesmo – e enfeia o mundo.
Porque, meu chapa, você, de cara amarrada, é feio de dar dó.
E ai de quem ousar filmá-lo nessa hora… Porque pensará que você é uma fera.
Mas, os espíritos o conhecem bem, de muitas vidas. Sabem com você é, na real.
Por trás dessa carranca está um garoto frágil e com medo de amar.
É isso mesmo… E quem o conhece bem, sabe que você é um tigre de papel.
Aliás, quando você chora escondido, pensa que os espíritos não veem?
O mundo espiritual inteiro sabe quem você é… Então, pare de embaçar o jogo.
Assuma suas coisas e seja você mesmo. Tenha coragem de amar e ser feliz.
Escute mais o seu coração. Não seja inflexível com nada. E ouse abrir sua mente…
E aqueles seus amigos – que só lhe dão conselhos infelizes -, caia fora deles.
Porque eles negam a Luz dentro deles mesmos – e vão negar a sua também.
E você sabe bem que a vida não é só isso que você vê e sente – é muito maior.
Nada tema, meu jovem! Para de valorizar os seus problemas – agora mesmo.
Você não tem um problema sério demais… Aliás, sério é só você.
Porque, ainda bem, as coisas são mais simples do que você imagina.
Escute mais quem lhe quer bem e dê valor a quem lhe ama realmente.
Não fuja do Amor, isso é impossível. E o seu coração sabe disso!
E nem peça a Jesus para ajudá-lo nisso, pois Ele já tem muito o que fazer.
E nem incomode os espíritos com suas tolices. Se resolva, meu chapa!
E nada de encher a cara de novo. Chega de lambanças e arroubos emocionais.
Sua mãe já não aguenta mais. E o seu pai, coitado, tenta nem pensar no seu caso.
E você, em lugar de olhar o sofrimento deles, só escuta os seus amigos infelizes.
E, por causa das preces de sua genitora, o Papai do Céu mandou a gente aqui.
E nós falamos o que é preciso, na lata! Sem circunlóquios e sem dourar a pílula.
Tome jeito, rapaz! Saia do seu mundinho arrogante e olhe a Luz de frente.
E isso é dentro do seu coração, onde o Amor o espera… Logo, assuma sua vida!
E, só então, nem mais nem menos, nós lhe daremos a mensagem que você pediu.
Até lá, vamos ver como você acerta as coisas (ou como o carma lhe acerta).
E nós lhe desejamos só coisas boas. E que, finalmente, o Amor o arrebate…
Tenha a coragem de enfrentar a si mesmo e ouse ser feliz.
Fique em paz, meu chapa! E dê uma banana para o seu orgulho.

P.S.:
Você pediu uma ajudinha aos espíritos.
Mas quem fez a prece foi sua mãe.
E foi por ela, não por você, que nós viemos.
Porque o Papai do Céu quis assim.
Foi pelo Amor dela, não pelo seu orgulho.
E, agora, vê se cresce de uma vez…
Ame. Se ilumine. Se resolva. Assuma!
E não se esqueça dessa Luz no seu coração.
Aceite-a. E, por favor, seja feliz.
Para que, da próxima vez, o papo seja outro…
Papo de Amor e coisas de poesia.
Coisas de poeta, além da vida mesma.
Vida além da vida… Coisas do Papai do Céu.
Papo de espíritos legais, da Luz.
Papo de coisas além… Só do Bem.
Coisas legais, sim, como sempre.

Vamos nessa!

E que o Papai do Céu abençoe sua vida.

- Companhia do Amor -
A Turma dos Poetas em Flor.

(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – São Paulo, 07 de dezembro de 2011.)

Nota de Wagner Borges: Muito embora esse recado dos espíritos da Companhia do Amor esteja direcionado para uma pessoa específica, penso que o mesmo poderá ser útil para reflexão de outras pessoas – inclusive, eu mesmo. Então, estou disponibilizando-o em aberto para todos.

Francisco de Assis

Meditação em um instante

Fonte: One Moment Meditation

Diálogo sobre religiões durante uma projeção no plano mental

Trecho do livro A Viagem de Uma Alma, de Peter Richelieu.

Acharya disse-me que escolhesse um assunto sobre o qual desejasse conversar com um dos habitantes permanentes, para o que eu deveria enviar pensamentos ao éter, pedindo que alguém interessado naquele mesmo assunto entrasse em contato comigo. Sem pensar muito, escolhi, como assunto, as religiões comparadas. Imediatamente, através de formas-pensamentos, a resposta veio na forma de uma pergunta sobre a que religião eu pertencia. Meu pensamento respondeu que era a católico-romana, embora eu não fosse muito praticante. O pensamento-resposta disse que todas as religiões tinham seus usos, dado o fato de capacitarem pessoas que não podiam manter-se sozinhas a ter algo em que se apoiar e, na maioria dos casos, atuavam como guias em decisões que as pessoas deviam tomar durante a existência. Cada religião tivera início com um propósito específico, mas, basicamente, as verdades eram todas as mesmas.

Esse pensamento explicou que a tônica do Cristianismo era o amor, e que, de acordo com a sua filosofia, o homem só poderia evoluir através do amor por seu próximo e sendo tolerante para com as opiniões e ações dos outros homens. A religião iniciada pelo Senhor Buda era apenas uma filosofia, tão bela como a pregada por Cristo – sendo a sabedoria a tônica do budismo. Conforme seus ensinamentos, a coisa mais importante na vida é agir de acordo com a lei do carma, através da qual o homem sofre ou recebe benefícios segundo suas ações, pensamentos e palavras. A tendência dessa religião é eliminar a emoção. A grande religião conhecida como Hinduísmo, que foi revivida por Sri Krishna há cerca de dois mil anos, teve como tônica a limpeza e a conduta disciplinada. Seus membros ortodoxos faziam abluções especiais, a determinados intervalos. O Islamismo, fundado por Maomé, tem como tônica a coragem e, de fato, seus seguidores não carecem dessa virtude em particular. O Zoroastrismo, religião dos persas, foi evoluindo gradualmente, através das muitas encarnações de Zoroastro. O fogo era seu símbolo sagrado e sempre foi considerado elemento de purificação. A tônica dessa religião é a pureza. Seus membros chegavam ao ponto de dizer que o fogo não devia ser profanado para acender cigarros ou cachimbos.

Meu interlocutor criticava o proselitismo sob qualquer forma, e recomendou-me que nunca tentasse modificar a fé de uma pessoa, a não ser que estivesse perfeitamente seguro de que essa pessoa estava procurando algo novo e havia perdido o interesse pela religião sob a qual tinha nascido. Disse, ainda, que jamais pudera compreender um ateu, porque ninguém poderia estar seguro de que não havia vidas passadas ou futuras, mas que simpatizava com os agnósticos, que eram pessoas honestas, apenas desejosas de serem convencidas, caso encontrassem argumentos que as satisfizessem. Era uma pena essas pessoas não compreenderem que a maioria das doutrinas religiosas relacionadas com as condições não físicas jamais poderiam ser provadas através de experimentos no plano físico.

Eu gostaria de ter discutido sobre outros assuntos, mas meu guia disse-me que terminasse a conversação, pois a que tivera já era suficiente para uma noite e talvez muito mais do que poderia reter quando na consciência física.

Todas as religiões

Fé, dores e ceticismo: vitórias invisíveis

Por Marcelo J. Klajman

É, esse novembro não tem sido fácil para mim. Muitas purificações, muitas dores, mas também muitas vitórias silenciosas, e também o fortalecimento no saber que Deus atua sempre.

Eu tenho aprendido muito com a dor e as limitações impostas pelo Parkinson nos momentos em que entro na fase off (desligado).

É nesse período de tempo que penso o quanto é importante a fé. O saber de uma crença não é um acreditar, mas sim uma certeza. E a minha certeza não é leviana. Ela é construída por percepções de uma presença invisível atuando nos bastidores da minha existência.

Bem, essa semana ultima de Novembro tive na barriga, próximo ao umbigo, um batalhão de furúnculos – uma coisa devastadora, que o nome já lembra dor e sofrimento. E comigo a maioria das dores chega ao extremo: esta região da barriga inchou, fico vermelhão, fiquei com 38 graus de febre, etc. Melhor pular esta parte mórbida. Risos.

Mas eu e a fé estávamos ali. Eu solicitei alivio para a dor atroz que sentia. Solicitei como “Jesus no calvário” – os puritanos vão me perdoando quanto a força da expressão – E a ajuda, a posterior, começou a chegar.

Bem, eu não acreditava em anjos e nem quero que vocês acreditem. Pois o importante eu sei que para mim foi real. Só basta.

Primeiro, porque nunca pensei e jamais evoquei ou me preocupei com assunto. O categorizava como “imaginação” do povo. Contudo ao acordar de madrugada, na ultima segunda feira 28/11/2011, ao abrir os olhos eu os vi. Ali estavam na escuridão do meu quarto 3 seres de pura e intensa luz, altos, na faixa dos 2 metros a 2 metros e 50cm (2 com aparência masculinizada e 1 com aparência feminina), me observando e mandando sensações (energias, passes, sei lá como denominar), me acarinhando.

O primeiro se identificou como Gabriel, o segundo como Miguel (me identifiquei mais com esse. Por que? Não sei) e a moça anja declinou seu nome.

Fiquei surpreso. E só recebi em pacote de informação, esse texto mais ou menos assim:

“Meu querido,

não há nenhuma oração que deixe de ser ouvida.
não há nenhum doente que esteja sozinho ou esquecido.
não há nenhuma lágrima que não estejamos prontos a enxugar.
não há nenhuma mãe que a Mãe das mães deixe de apoiar.

Sentimos as dores do mundo e procuramos auxiliá-los em momentos difíceis que a humanidade vive.

Porem meu querido, a pior das dores é a descrença em um Deus justo, bondoso e amoroso. Esta falta de percepção é mãe da pior doença, o ceticismo: a mãe da guerra, da violência, da ignorância, etc.

Sua dor seria pior se fosse não tivesse o coração aberto, se não fosse grato pela vida.

Todas as orações são ouvidas.

Você nos vê por suas preces terem sido sinceras e não ter deixado de confiar, por ter acreditado.”

Bem, se até os anjos vieram me acarinhar, quem sou eu para duvidar do divino amor?

Está com dor? Sofrendo? Faça desta uma ponte para Deus, transformando os espinhos em flores.

Um abraço,

Marcelo J. Klajman

Anjo da guarda